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O vocabulário do crente
 
 

Vivemos neste mundo como luzeiros nas trevas, é indispensável que estejamos atentos com a nossa linguagem; é por meio dela que glorificamos a Deus e damos testemunho de nossa fé em Cristo. O Rev. Haroldo H. Cook nos deixou úteis instruções a respeito de como deve se o vocabulário do crente:

1 - O crente e o mundano - Cada um vive num ambiente diferente e cada um tem o seu vocabulário próprio. Assim como cada pais tem a sua própria língua, como cada profissão ou ofício tem o seu vocabulário técnico. Assim é o crente, ele deve ter o seu modo de fala que o distinga dos outros.

2 - A pessoa que nasce na família evangélica tem grande vantagem - pois desde a infância ouve e observa o vocabulário evangélico. Mas é preciso algo mais, além de aprender o vocabulário ou a linguagem evangélica, é ter a linguagem do céu, ou do Reino de Deus no coração, que vem através do nascimento na família de Deus. Um cego pronuncia a palavra "azul" mas não tem idéia da cor azul. O crente precisa pronunciar as coisas de Deus e saber e conhecer sua natureza.

3 - Seja qual for a origem do crente - Evangélica ou mundana, a vida espiritual deve ser sempre progressiva. Os mestres da gramática afirmam que aprendemos até o fim da vida; de mais de 100 mil palavras em nossa língua, uma pessoa pode viver uma vida comum com apenas 500 a 800 palavras. Assim, o crente pela leitura da Bíblia, como também por sua experiência constante com o Salvador, companheiro diário da vida, vai crescendo na graça de Deus e seu vocabulário aumentará mais e mais, através da comunhão com Ele.

Neste mês de Outubro, quando temos o tema que nos desafia a manter, promover e proclamar a verdade à luz do novo mandamento; "Não dirás falso testemunho contra o teu próximo" (Êxodo 20.16), é bom que cuidemos muito bem de nossa linguagem. Como está o seu vocabulário? Glorifica a Deus e edifica as pessoas? Pense seriamente nisso!

PASTOR DA IGREJA