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"Não Adulterarás"
(Êxodo 20:14)

Os termos do sétimo mandamento nos leva ao tema deste Mês: "Maturidade Espiritual quanto à Preservação da Fidelidade aos Votos e à Pureza Integral".

Este mandamento abrange a todos os pecados sexuais, sensuais, pornográficos e de impureza, tanto na mente, quanto nas palavras e na conduta do homem. É assim que aprendemos em nossos Símbolos de Fé, que interpretam a nossa única regra de fé e prática - As Escrituras Sagradas.

Nos dias em que foi dado este mandamento, a poligamia (um homem tendo mais de uma esposa) era permitida e praticada normalmente na sociedade, mas as relações sexuais com a esposa de outro homem (Adultério) era realmente pecado hediondo contra Deus e o próximo, e merecia a pena de morte tanto para o adúltero quanto para a adúltera (Levítico 20:10).

Bem antes desta lei ter sido dada a Moisés, os patriarcas já consideravam o adultério como um grave pecado contra Deus e o próximo, basta observamos a atitude de José filho de Jacó ante o assédio sexual da mulher de Pitorra no Egito (Gêneses 39:9).

O verbo adulterar significa quebrar um compromisso, alterar algo, e no contexto do decálogo pode se entendido como "Roubar" e "Cobiçar" o que é proibido, conforme tratam nos dois mandamentos seguintes.

O sétimo mandamento portanto, exige a preservação da fidelidade aos votos conjugais e à pureza integral quanto ao relacionamento sexual. E isto se não for obedecido toda sociedade sofrerá as conseqüências, como já tem experimentado os tristes e os amargos resultados!

Numa sociedade moralmente liberal, como a atual, ninguém tem levado à sério os compromissos assumidos, e a industria do sexo crescendo assustadoramente; certo é, que estamos correndo sérios riscos!

É hora de estabelecermos um padrão moral e bíblico dentro dos nossos lares, de modo que possamos desfrutar das bênçãos advindas daí, e sermos bênçãos para muitas famílias pois está é a vocação do povo de Deus na terra! (Gêneses 12:1-3).

Rev. Enos Dias Pereira